domingo, 03 de março de 2024

Celebridades revelam as receitas de mãe que nunca esqueceram

Celebridades revelam as receitas de mãe que nunca esqueceram

17 abril 2012 - 16h50
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Comida de mãe é coisa muito séria. Tem gostinho infância, de carinho, de saudade. Mesmo as que não cozinham tão bem deixam um prato, um doce, um ovo mexido, que seja, marcado na memória do filho. Com todo mundo é assim. Não haveria de ser diferente com as celebridades, que, mesmo fechando a boca para ficar magrinhas, não resistem às receitas maternas.

Prova disso é Flávia Alessandra, que encomenda rabanadas para a mãe, até hoje, mesmo que o mês não seja dezembro. “Páscoa é de lei. E Natal, claro. Aniversários e outras datas tambem", diz a atriz. "Sempre!" Qualquer ocasião é motivo para Flávia se deliciar com os quitutes de dona Raquel. “Tudo é desculpa para viajar no tempo”, afirma a moça, que também é maluca pela torta de bacalhau das reuniões familiares. Em que pese seu corpinho enxuto, Flávia se diz uma comilona de respeito. “Música, cheiro e comida são três canais mágicos para mim.”

Outro que festeja os dotes culinários maternos é Leopoldo Pacheco, do elenco de Cheias de Charme, novela das sete, da Rede Globo. “O pernil da minha mãe é insuperável”, diz o ator. Quando está no Rio de Janeiro gravando, morre de saudade da comida de dona Edna, que mora em São Paulo. O ator e cantor Fiuk sofre do mesmo mal. Mas agora está mais fácil devorar o macarrão à bolonhesa de dona Cristina. Aquele Beijo terminou, ele voltou para São Paulo e, de novo, mora perto da mãe.

A atriz Priscila Fantin, que desde pequena prefere alimentos saudáveis e não come carne vermelha, tem saudade dos pratos naturebas da mãe, Silvana. “Não esqueço o suflê de legumes e o quibe de soja que ela fazia”, diz. Ingrid Guimarães, do frango com açafrão e do arroz árabe de dona Sônia. Helena Ranaldi adorava o prato com arroz branco, feijao mulatinho, bife, batata frita e saladinha de tomate feito por sua mãe e xará. Tanto que, junto com suas irmãs, batizou-o de "comidinha gostosinha". "Era simples e delicioso."

Adriane Galisteu bem que gostaria de esquecer as comidas de dona Ema. “Ela fazia uns bolinhos de banana fritos, parecidos com bolinho de chuva, que me remetem demais à infância”, afirma. Acontece que o quitute engorda e está riscado do caderno de receitas da família. “Eu não deixo mais ela fazer.” Pelo mesmo motivo, o kifle, tipo de pão doce húngaro de nozes e castanha-do-pará, que era servido quatro vezes por ano, agora, só no Natal. “Eu e Alexandre [Iódice, seu marido] adoramos, mas é calórico demais. Só dá para comer uma vez por ano mesmo.”

E você, qual é a comida que sua mãe faz ou fez que se tornou inesquecível???

Conte para nós do Conesulnews na página de recados e preste essa homenagem para a sua mãe.

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