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Classes C, D e E estimulam crescimento dos supermercados

Classes C, D e E estimulam crescimento dos supermercados

17 novembro 2011 - 10h32Por Assessoria
A elevação do nível de renda do brasileiro permite uma ascensão das classes C, D e E, e um dos setores beneficiados por este fortalecimento é o supermercadista. O contexto foi determinante para o crescimento dos supermercados em 2010. Essas informações foram constatadas pelo Índice Nacional de Volume - pesquisado pela Nielsen para a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que ainda aponta que todas as regiões brasileiras apresentaram crescimento no volume.

O presidente da Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados – AMAS, Acelino de Souza Cristaldo, explica que a expectativa de crescimento real para o Estado de Mato Grosso do Sul em 2011, é de 4,5%. “Nos últimos cinco anos, vários supermercados e novas lojas se instalaram no Estado. Uma tendência que segue o ritmo nacional. O que demonstra que estamos no caminho certo”, afirma.

Mesmo impulsionado pela classe C nos últimos anos, o segmento nota atualmente uma mudança de cenário pelas classes D e E, que passaram ter maior poder de compra. De olho neste comportamento, a Rede Econômica de Supermercados resolveu apostar também neste filão. Com lojas espalhadas pelo interior do Estado e principalmente, em vários bairros da Capital, a estratégia vem se mostrando eficiente.

Com o desenvolvimento da Capital, está cada vez mais comum a população permanecer em sua própria região, sem precisar se deslocar para outros lugares. São as chamadas lojas de vizinhança, uma tendência cada vez mais forte. Marcelo Gutierre Gonçalves, proprietário do supermercado Serve Sempre, localizado no bairro São Jorge da Lagoa, confirma esta predominância das classes C, D e E com maior poder aquisitivo, e melhor ainda, comprando mais e adquirindo produtos de melhor qualidade.

“Estamos vivendo uma boa fase, hoje o cliente está mais otimista. A maioria dos nossos clientes mora próximo ao supermercado. Com isso está havendo um aumento nas vendas dos produtos, tanto que estamos investindo mais na cadeia de congelados, pratos prontos e laticínios”, completa Gonçalves.

Para o presidente da Rede Econômica, Marcos Costa, o fato de investir nas lojas de vizinhança é um dos principais motivos do crescimento. “Como a procura é maior, fazemos também a nossa parte. Todas as lojas da rede são padronizadas. Além disso, por ser praticamente familiar, existe um contato maior com os clientes, uma proximidade que cativa, e é este o nosso diferencial”, ressalta.

A Rede Econômica de Supermercados é resultado de um projeto idealizado para permitir aos pequenos e médios empresários do setor varejista, maior poder de compra e força comercial, possui hoje 53 lojas afiliadas sendo 32 na capital e 21 no interior, distribuído em 18 municípios. Além disso, é a 1ª no Ranking Estadual e a 7ª no ranking Nacional.

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