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Medicina mantém a tradição de curso mais difícil de entrar em MS

15 janeiro 2012 - 09h47Por CG News
Mudou o sistema, mas não a tradição do curso de Medicina da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) de ser o mais difícil de conseguir vaga. A primeira chamada do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que distribui as vagas em instituições públicas entre os estudantes que fizeram o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), revela que cada lugar para quem ser médico na Federal atraiu 79,02 candidatos.

Foi a maior concorrência entre as três instituições federais do Estado que optaram pelo Sisu para distribuir suas vagas, a UFMS, a UEMS (Universidade Estadual de MS) e o Instituto Federal. Foram mais de 4,7 mil interessados nas 60 vagas para Medicina na Federal.

Para o estudante Rafael Del Ciampo, de 21 anos, a consulta ao Sisu ontem foi o final, feliz, de uma espera de três anos. Após concluir o ensino médio na escola Raul Sans Matos, mantida pela Funlec, ele fez cursinho em 2009, 2010 e 2011.

“É um sonho de criança”, afirma Rafael sobre ser médico.Na hora de falar sobre o que foi mais importante nessa conquista, o adolescente cita o cursinho onde o estudou, Nota 10, onde pelo menos mais dois colegas conseguiram a aprovação em Medicina.

Para conseguir a vaga, o estudante fez 801 pontos, 21 a mais que a nota de corte, que era de 780.

Na relação do Sisu dos cursos mais concorridos, o segundo em Mato Grosso do Sul foi o de Educação Física na Federal, com 45,43 candidatos por vagas. Na UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), o curso de Direito, em Dourados, foi o mais concorrido, com 33,55 candidatos por vaga.

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