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No Japão, Galvão Bueno dá risada de quem aposta em sua aposentadoria

No Japão, Galvão Bueno dá risada de quem aposta em sua aposentadoria

11 dezembro 2012 - 17h10
Terra

O Corinthians será o Brasil no Mundial de Clubes da Fifa, no Japão. Se alguém ainda tinha alguma dúvida, ela está desfeita. Literalmente. Quer dizer, pessoalmente. O Terra, com exclusividade, entrevistou Galvão Bueno. Após aterrissar em solo nipônico na última segunda-feira para acrescentar ao seu currículo a participação do sétimo time brasileiro na competição intercontinental (não narrou apenas o Santos no ano passado), o maior nome esportivo da TV Globo afirmou que dá risada de quem aposta em sua aposentadoria nas transmissões.

"Eu dou muita risada quando eu vejo que todo mundo fala da minha aposentadoria, que já determinaram época, data e dia. Eu não pretendo parar tão cedo", disse o narrador, que gerou suspeitas sobre o público após encerrar sua participação na Copa do Mundo da África, em 2010, dizendo que seu trabalho na edição, no Brasil, em 2014, do maior evento de futebol mundial, seria como uma passagem de bastão.



ansmissão de Corinthians x Al Ahly, às 8h30 (de Brasília) desta quarta-feira. O narrador disse que, por mais que já tenha sido a voz das participações de Flamengo, Grêmio, Cruzeiro, Internacional, Palmeiras e São Paulo, "nunca vi mobilização igual a essa". "Como é que chama este estádio aqui mesmo", questiona, dentro das dependências do Estádio de Toyota, momentos antes da conferência de imprensa do técnico Tite e do capitão Alessandro, nesta terça-feira. "Para mim isso aqui é o Pacaembu", ri.

A legião de corintianos que tomou conta do Japão, e a intensa cobertura de toda a imprensa brasileira, de longe, a que está em maior número em solo japonês, na opinião do narrador, não traz pressão, mas "talvez por essa mobilização da torcida, pela forma como tudo foi tratado, seja um momento diferenciado".

"É uma responsabilidade, afinal de contas, é um clube representando um país. Eu me sinto bem, me motiva, me sinto sempre bem quando faço um tipo de jogo como esse. Você, momentaneamente, veste a camisa do time que está encarando esse desafio", completou Galvão, que ainda fez duas ponderações a cerca do debute corintiano no Mundial da Fifa diante dos egípcios.

"Alguns pontos pesam: o time está em fim de temporada, está frio pra caramba e tem a pressão da estreia que sempre é muito grande, com a responsabilidade do favoritismo", avaliou. "Por outro lado, o time está extremamente focado. Poucas vezes eu vi um time tão bem preparado para um tipo de torneio de tiro curtíssimo. O mundo aguarda o Corinthians na final", finalizou.

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