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Projeto itinerante “Artesanato e Cia” continua em shopping da capital por mais todo o mês de janeiro.

Projeto itinerante “Artesanato e Cia” continua em shopping da capital por mais todo o mês de janeiro.

12 janeiro 2012 - 15h01
Divulgação (TP)

A primeira edição do projeto itinerante Artesanato e Cia fez tanto sucesso em dezembro de 2011 que os artesãos que estavam expondo suas obras no Shopping Pátio Central, resolveram continuar no espaço por todo o mês de janeiro. Até o dia 31, eles continuarão comercializando seus trabalhos a preços que variam de R$ 2,50 a R$ 1.200 reais, entre peças de fibra, de madeira de demolição, palha de milho, bordado e com motivos indígenas, além de bijuterias.

A vice-presidente da Associação de Artesanato de Mato Grosso do Sul (Artems), Beatriz Soares, disse que os artesãos gostaram muito do espaço e da forma de gerenciamento coletivo da loja e ficaram muito satisfeitos com as vendas para o Natal. “Esse é um processo novo para todos eles, estão em fase de adaptação e aprendendo aos poucos em como serem empreendedores”, diz Beatriz.

Bete Barros é uma das artesãs que teve mais procura nesse fim de ano. Suas peças, retratando a cultura sul-mato-grossense, fizeram bastante sucesso entre os turistas em dezembro. “Minha produção aumentou muito no fim do ano passado e para esse mês agora pretendo produzir mais ainda. O mês acabou de começar e nós já estamos vendendo bastante”, completa Bete.

E não é somente ela que faz parte do projeto. Seu marido, José Milton Moreira Gomes, também é um dos artesãos participantes e produz diversas peças em PVC, como luminárias, arandelas e bijuterias. O casal vive exclusivamente de artesanato e com o projeto itinerante puderam aumentar a renda familiar nesse último mês.

Para a gestora de artesanato do Sebrae, Anna Karolina Guimarães, o projeto foi uma boa surpresa. “Os artesãos tiveram um volume de vendas maior que o esperado e essa experiência de coletividade fez com que os custos com a loja saíssem bem menores”, afirma Anna.

Os planos para o futuro do grupo são vários: expandir o número de lojas e de artesãos, e procurar parcerias com outros shoppings. “A ideia deu tão certo, que nós já estamos procurando por outros pontos para alugar e aumentar nosso número de lojas” planeja Beatriz, que diz já ter aumento em janeiro de 20 para 23, o número de parceiros de artesãos participantes do projeto.

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