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Setor produtivo não pode ser colocado em cheque, diz presidente da Famasul

06 fevereiro 2012 - 15h24
Divulgação (TP)

"O setor produtivo de Mato Grosso do Sul não pode ser colocado em cheque por um ou outro irresponsável, que não representa uma categoria inteira", enfatizou o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) e do Conselho Deliberativo do Sebrae/MS, Eduardo Riedel, na manhã desta segunda-feira (06), em Campo Grande (MS). Riedel participou da entrega de uma frota de veículos à Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) para intensificar a fiscalização, em especial na fronteira do Estado com o Paraguai.

Referindo-se ao trânsito ilegal de animais paraguaios, Riedel enfatizou que se há produtores que não respeitam as medidas necessárias à proteção sanitária do Estado, esses não são representados pela Federação e devem ser punidos. O dirigente reconheceu a importância do aparelhamento da Iagro e da valorização do trabalho dos fiscais. “Este é um momento simbólico, mas demonstra reconhecimento de que o agronegócio, que gerou divisas de US$ 15 bilhões no ano passado, é estratégico para Mato Grosso do Sul”, ressaltou.

Na solenidade, foi oficializada parceria entre Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e Governo Estadual com a entrega de uma frota de 121 veículos à Iagro. A representante da Assembléia Legislativa do Estado, deputada Mara Caseiro, lembrou as dificuldades vivenciadas pela pecuária sul-mato-grossense com o foco de aftosa em 2005. O titular da Superintendência Federal da Agricultura (SFA), Orlando Baez, assinalou que a sanidade não é assunto a ser tratado de forma isolada. “Aftosa no Paraguai não é só no Paraguai, pois afeta a região. O desafio deve ser enfrentado conjuntamente”, avaliou.

Em seu pronunciamento, o governador André Puccinelli enfatizou que os "intrabandistas (de gado)" serão combatidos e que animal sem identificação de origem será eliminado. Puccinelli destacou a atuação da Famasul na defesa e orientação do produtor rural e fez referência à meta de Mato Grosso do Sul atingir o status de livre de aftosa sem vacinação, já obtido por Santa Catarina.

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