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O que se sabe e o que falta esclarecer sobre caso de esposa de sertanejo suspeita de lavar dinheiro

25 AGO 2025 • POR G1-MS • 12h00

A Polícia Federal investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e tem como principal suspeita Jaqueline Maria Afonso Amaral, esposa do cantor Diego, da dupla Henrique e Diego.

No último dia (21), equipes cumpriram três mandados de busca e apreensão em Campo Grande durante a operação "Fruto envenenado". Na ação, foram apreendidos um carro em nome da mãe de Jaqueline e outro veículo de luxo. A Justiça também determinou o bloqueio de mais de R$ 2,7 milhões suspeitos de ligação com a facção.

De acordo com apuração do g1, Jaqueline atua como empresária de cantores sertanejos. As investigações apontam que ela recebeu dinheiro de origem ilegal ligado à facção criminosa.

A seguir, entenda o que se sabe e o que falta saber sobre o caso.

O que se sabe

O que falta saber

O que diz a defesa de Jaqueline?

A defesa da mulher negou qualquer envolvimento com atividades criminosas e disse que Jaqueline recebeu com surpresa as diligências, mas que vai esclarecer as circunstâncias quando tiver acesso ao processo. Leia a nota na íntegra:

A sra. JAQUELINE MARIA AFONSO AMARAL esclarece que recebeu com surpresa diligência de busca e apreensão na sua residência, sob pretexto de investigação de supostas relações com integrantes de organização criminosa, de vez que se separou e se afastou de seu ex-companheiro há vários anos, tendo constituído outro núcleo familiar. Além disso, a sra. JAQUELINE MARIA AFONSO AMARAL mantém atividade empresarial lícita e regular, não tendo nada a esconder de autoridades, colocando-se à disposição para prestar os esclarecimentos necessários. Neste sentido, inclusive, entregou seu telefone celular, fornecendo senha de acesso, considerando que nada há de ilícito no seu conteúdo, em atitude plenamente colaborativa. A defesa técnica, assim que tiver acesso ao processo, poderá esclarecer com mais propriedade as circunstâncias que levaram ao equívoco de tornar a sra. JAQUELINE MARIA AFONSO AMARAL alvo da referida operação.