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ESTIMATIVA

Terceiro maior produtor nacional, MS deve colher quase 10 milhões de toneladas de milho

09 agosto 2019 - 10h15Por André Bento/Dourados News

Levantamento divulgado na quinta-feira (8) pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) aponta que Mato Grosso do Sul deverá colher 9,9 milhões de toneladas de milho nesta segunda safra. Esse volume coloca o Estado como terceiro maior produtor do cereal no Brasil, atrás apenas de Mato Grosso (31,1 milhões de toneladas) e Paraná (13,6 milhões).

A estimativa atual é 56,4% superior à da safra anterior (2017/2018), de 6,3 milhões de toneladas, fruto também de um avanço da área plantada, que cresceu 7,6% no período, de 1,7 milhão de hectares para 1,8 milhão de hectares.

Também segundo a Conab, as lavouras sul-mato-grossenses terão ganho de produtividade, de 45,3%. Na safra de milho 2017/2018, foram 3,6 mil quilos por hectare, e na atual é de 5,3 mil quilos por hectare.

Essas projeções são reflexo de um otimismo generalizado pelo país, que deve ter uma produção recorde de 73,1 milhões de toneladas, 35,6% a mais em relação à safra de 2017/18, conforme a Companhia.

Também no início de agosto, a Aprosoja-MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul) atualizou o acompanhamento da colheita do milho 2ª safra e revelou que as máquinas já avançaram por mais de 1,3 milhão de hectares, com produtividade média de 88 sacas por hectare e projeção de 10,127 milhões de toneladas de produção.

Divulgado no final da tarde de terça-feira (6), o mais recente Boletim Casa Rural da Aprosoja-MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul) revela que a região norte está com a colheita mais avançada, em média de 92,1%, enquanto o sul do Estado tem 70,5% e o centro 64,5%.

Com dados apurados até dia 2 de agosto pelo Siga MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio) a partir de informações coletadas em contatos com empresas de assistência técnica, sindicatos rurais e empresas privadas dos principais municípios produtores, a entidade detalhou que a região norte está com a colheita mais avançada, em média de 92,1%, enquanto o sul do Estado tem 70,5% e o centro 64,5%.

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