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Mãe confirma que triângulo amoroso da filha foi estopim para ataque

Mãe confirma que triângulo amoroso da filha foi estopim para ataque

03 maio 2012 - 14h30
O CorreioNews


Eliane da Silva Gaudino, a mãe da estudante Cássia Cristina (19), em coma na Santa Casa de Campo Grande depois que um homem ensopou seu corpo com gasolina e ateou fogo falou publicamente pela primeira vez sobre o crime bárbaro contra a filha. Depois de seis anos de casamento a jovem começou a ter um relacionamento extra-conjugal com um homem chamado “Tonho”, de Costa Rica, apresentado por uma colega de aula. Depois disso sua vida mudou, apesar do marido insistir em perdoá-la, desde que reassumisse o casamento.

Na sexta-feira da semana passada ela foi passar o final de semana com o amante em Costa Rica. Na segunda-feira recebeu uma carta ameaçadora, colocada sob a porta da casa que ainda dividia com o ex-marido.

O texto era claro e dizia que “eu e minha amiga iríamos colocar fogo em você”. A mãe da vítima garante que não foi o marido o autor da crueldade porque ele a ama, mesmo sabendo que a mulher ficava com outro homem.

O ex está em Campo Grande fazendo companhia à Cássia. Ele também ficou muito nervoso desde a entrega da carta. Eliane da Silva Gaudino acredita que uma das mulheres do amante da filha deve ter sido a mandante do crime. Esta foi a segunda ameaça desde que a jovem iniciou o caso. Uma ex-mulher de “Tonho”, suspeita de ser a mandante, desapareceu da cidade.

RELEMBRE O CASO - Um homem jogou gasolina sobre o corpo de Cássia e depois ateou fogo quando ela se preparava para entrar na escola estadual Augusto Krug Neto, na semana passada. O crime bárbaro – marcado por requintes de crueldade – foi praticado no centro de Chapadão do Sul. O ataque aconteceu um dia após ela entregar uma carta na Delegacia de Polícia Civil com conteúdo ameaçador.

Não há informações claras sobre as circunstâncias desta ocorrência a não ser o fato de se tratar de um crime passional. Ela teve cerca de 50% do corpo queimado e está em coma induzido na Capital. Somente quando se recuperar poderá detalhar os momentos que antecederam o crime e a identidade do homem que jogou gasolina sobre o corpo.

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