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REGIÃO

PMA autua dono de ônibus que servia de acampamento de pescadores e por divulgação de pesca ilegal

26 agosto 2021 - 15h00Por PM-MS

Policiais Militares Ambientais de Miranda receberam denúncia de possível crime de pesca predatória ontem (25), que estaria sendo praticado por pessoas que estariam em um ônibus que servia como acampamento de pesca nas proximidades do rio Miranda. Na denúncia também havia vídeos do possível proprietário do veículo divulgando outras pescarias anteriores, em que havia capturado diversos peixes no mesmo rio, ou seja, acima da quantidade permitida, que é de um exemplar de peixe nativo e cinco piranhas, o que se caracteriza como crime.

Uma equipe foi ao local informado, uma estrada vicinal de acesso ao Distrito do Salobra, município de Miranda e verificou que havia um ônibus estacionado à margem da estrada, que servia de acampamento pesqueiro, bem como acampamento em área ao lado do veículo. No local não havia ninguém, pois as pessoas estavam no rio pescando. O frízer do acampamento foi vistoriado, com testemunho de moradores locais e foram encontradas várias espécies de peixes, em quantidade acima da permitida e em tamanhos inferiores aos permitidos pelas normas.

Foram apreendidos: três Jurupocas, três Jurupensen, uma traíra, duas piranhas, duas Piraputangas, um ximburé e onze bagres. Algum tempo depois, o denunciado (51), residente em Itaporã, apresentou-se voluntariamente ontem (25) na Unidade da Polícia e se identificou como responsável pelo acampamento e pelo pescado ilegal, apesar de afirmar que várias pessoas armazenavam peixes no freezer. Ele foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 1.000,00, pelo pescado apreendido.

Analisando os vídeos da denúncia e constatando ser o infrator o autor de pesca ilegal, onde se vangloriava da captura de vários peixes (acimada cota permitida), os Policiais também realizaram uma autuação referente a divulgação nas redes sociais e o autuaram em mais R$ 820,00. Ele também responderá por crime ambiental de pesca predatória, com pena prevista de um a três anos de detenção. A equipe ordenou a remoção do acampamento.

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