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Brasil tem PIB forte e cresce acima dos países ricos em 2010

02 setembro 2011 - 14h10
Brasil tem PIB forte e cresce acima dos países ricos em 2010

Folha.com

O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do segundo trimestre de 2011 coloca o Brasil em posição favorável em relação às maiores economias do mundo --que vivem períodos de crescimentos pífios, ou mesmo variações negativas, desde a eclosão da crise mundial em 2008.

De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (2) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB brasileiro cresceu 0,8% no segundo trimestre deste ano, ante alta de 1,2% no trimestre imediatamente anterior (dado revisado).


O crescimento deste período ainda é influenciado pelo aquecimento da economia em 2010, pautada por uma política monetária de estímulo ao consumo --com uma série de subsídios e isenção de impostos iniciada no pós-crise.


Enquanto a maioria das economias desenvolvidas ainda engatinhava na recuperação, o Brasil registrou no ano passado o maior crescimento desde 1986, chegando a 7,5%. Em 2009, no entanto, a variação da economia brasileira foi negativa.

Nos Estados Unidos, a economia registrou alta de 0,3% número inicialmente divulgado, de 1,9%, fortemente revisado pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos. Essa revisão para baixo não era esperada por analistas.

A mudança nos números é atribuída principalmente a uma redução maior do que a prevista anteriormente nos gastos do governo, tanto em nível estadual quanto local. Em 2009, o PIB do país registrou retração de 2,4%.

Na União Europeia, que enfrenta problemas graças ao alto endividamento público de alguns de seus países-membros, a expansão foi de 0,2% no segundo trimestre, mesma variação do PIB da zona do euro (grupo de 17 países do bloco que usam o euro como moeda única).

Entre os principais países do bloco, a Alemanha registrou variação positiva, porém baixa no período, alta de apenas 0,1% no segundo trimestre, ante alta de 1,3% no primeiro trimestre.

A Grécia, que passa por uma crise fiscal e recebeu por duas vezes ajuda financeira da UE e do FMI (Fundo Monetário Internacional) para conter seus deficit, registrou quedas sucessivas no PIB e não tem divulgado os números, de acordo com a Eurostat, a agência de estatísticas da Europa.

O Japão, que vive um momento de deflação e estouro da dívida pública, também registrou deficit, de 0,3% no segundo trimestre, ante recuo de 0,9% no trimestre anterior.

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