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Com capacidade para 500 mil t, governo estuda reativar porto de MS

14 janeiro 2015 - 09h30Por Campo Grande News
A reativação do porto fluvial de Porto Murtinho - distante 431 km de Campo Grande, será uma das primeiras ações voltadas para a logística do governo Reinaldo Azambuja (PSDB). O porto tem capacidade para transportar 500 mil toneladas/ano e está localizado em uma rota estratégica para ajudar a escoar a produção do Estado.



De acordo com o governador, o terminal que está inoperante, é fundamental na construção de uma infraestrutura moderna e confiável, como meio de escoamento da produção das regiões de Dourados e Maracaju pela Hidrovia do rio Paraguai.

“O porto de Porto Murtinho é peça fundamental na ação estratégica do governo de investir nos modais ferroviário e hidroviário, hoje incipientes”, explicou o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck. Ele adiantou que o governo vai conversar com todas as partes envolvidas – os sócios privados do terminal e o empresariado, inclusive de países vizinhos – para que se encontre rapidamente uma solução de operacionalização.

A intenção do governador Reinaldo Azambuja, conforme o secretário, é ter um diagnóstico da situação legal do porto, inclusive com parecer da Procuradoria Geral do Estado. O porto interrompeu suas atividades devido a uma ação civil pública que tramita na Justiça desde 2004 questionando concessões de licitação. Hoje o empreendimento tem o controle acionário de um grupo argentino.

O prefeito de Porto Murtinho, Heitor Miranda (PT), disse que o porto é viável e considera essencial para sua operacionalização a parceria do Estado com o setor privado. “O porto é estratégico de exportação e importação para o Mercosul, podendo agregar o minério de Corumbá, a soja produzida no oeste de Mato Grosso e na Bolívia, além de atrair grupos brasileiros que importam produtos de países latinos”.

Atualmente, o porto tem capacidade para 500 mil toneladas/ano de grãos e nos primeiros cinco anos movimentou 400 mil toneladas de produtos diversos, como cimento, açúcar, soja e fertilizantes. A unidade também está apta para o transporte de gado em pé, conforme licenciamento do Ibama em 2009. “A ativação do porto será um bom negócio para todos, inclusive para o governo do Estado”, diz Miranda.

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