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12 maio 2016 - 12h01Por Assessoria
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação do Estado (Sectei), realizou uma audiência pública na tarde de terça-feira (10) no Anfiteatro da Câmara Municipal de Ponta Porã. A ação teve como objetivo colher sugestões que vão nortear as próximas etapas para restauro do prédio histórico Castelinho, tido como um dos 10 mais representativos de Mato Grosso do Sul.

O prédio já foi usado como base do Governo Federal na década de 40 e estava abandonado, com o mato tomando conta do lugar. Dentre as sugestões apresentadas pelos presentes para a destinação do Castelinho, a que ganhou mais força foi a da criação de um museu de história da fronteira, um espaço moderno, interativo , que conquiste principalmente o jovem.O titular da Sectei, secretário de Estado Athayde Nery, presidiu a audiência pública afirmando que esta é uma das etapas mais importantes previstas no processo para o restauro. "Estamos satisfeitos.

O nível do debate demonstra a preocupação dos diversos segmentos da sociedade civil organizada, com o importante símbolo histórico. Ouvir a população é essencial, para que a etapa de restauro possa atender o desejo da comunidade local e possamos realizar um trabalho transparente de democrático", afirmou Athayde.

A presidente da Fundação da Cultura de Ponta Porã , Gisele Flor, disse que ação é uma grande conquista e espera que o destino do espaço enquanto museu ou espaço cultural, possa ser algo que a população utilize de forma diária, com constante atividades e profissionais capacitados para manutenção do prédio histórico e suas funções.

Para o prefeito de Ponta Porã, Ludimar Novais, a restauração do Castelinho é uma forma de preservar a memória cultural da fronteira. "O Castelinho faz parte da nossa história. Muitos fatos marcantes ocorreram nesse prédio.O restauro é um anseio e desejo da nossa população. Só temos a agradecer ao Governo do Estado", declarou Novaes.

Logo no início da reunião, o responsável técnico do IPHAN, João Henrique dos Santos, e o professor e historiador, Yhulds Giovani Bueno, apresentaram informações importantes sobre patrimônio histórico e o processo de tombamento. Estiveram presentes representantes de entidades culturais e instituições de ensino, além de artistas e entusiastas da arte, cultura e história da fronteira entre Ponta Porã (BR) e Pedro Juan Caballero (PY).

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