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Paralisação deixará Aquário ainda mais caro, admite governador

21 novembro 2015 - 08h55Por Fonte: correiodoestado
Cada dia mais cara e distante da inauguração. Assim o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) definiu a obra do Aquário do Pantanal, em Campo Grande, depois que a Egelte Engenharia conseguiu na Justiça uma liminar a resguardando de retomar o contrato sublocado à Proteco, investigada na Operação Lama Asfáltica.

Depois de sucessivos tropeços, a obra do Aquário do Pantanal parou de vez na última segunda-feira (16).
Por recomendação da Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) e a Agencia Estadual de Gestão e Empreendimentos (Agesul), o Governo do Estado esvaziou o canteiro de obras.

As sete empresas que têm contrato vigente na obra foram dispensadas, segundo o governo, porque a continuidade de seus serviços, todos, dependiam do seguimento nas edificações civis do empreendimento.

“Olha o tamanho do equívoco que foi o planejamento dessa obra. O valor inicial previsto era de R$ 84 milhões e mais de R$ 200 milhões em recursos públicos já foram gastos e a obra ainda não está acabada. É uma enorme falta de planejamento”, criticou Azambuja.

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