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Polícia do PR faz megaoperação contra facção que agia em presídios em MS

18 dezembro 2015 - 14h02Por Fonte: riobrilhantenews
Mais de 1.500 policiais civis e militares do Paraná estão mobilizados em uma megaoperação batizada como Alexandria. O objetivo é cumprir 757 mandados de prisão e quatro de busca e apreensão, contra membros de uma facção criminosa que atua dentro e fora de presídios do Brasil. A ação acontece em Curitiba, em municípios da região metropolitana, e mais 72 cidades do interior do estado e em oito unidades prisionais do Paraná. No entanto, a polícia interceptou conversar dos membros desta facção envolvendo doze estados, entre eles Mato Grosso do Sul.

De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil do Paraná, a investigação começou em agosto de 2014 no Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), depois que os policiais apreenderam diversos cadernos com anotações e detalhes da atuação da facção criminosa no Paraná.

Foram interceptadas, com autorização judicial, mais de 30 mil ligações. São cerca de 1.700 horas de conversas dos membros desta facção envolvendo os estados do Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Alagoas, Ceará, Goiás, Santa Catarina, Pernambuco, Rio Grande do Norte.

O conteúdo das conversas interceptadas mostra que diversos crimes foram cometidos em benefício da organização criminosa, como tráfico de drogas, roubos de carros e residências, tráfico de armas e homicídios.

Por decisão do Poder Judiciário, 237 telefones foram bloqueados, assim como 28 contas bancárias que, além do bloqueio, terão os valores sequestrados.

Alexandria - O nome da operação foi inspirado na Biblioteca Real de Alexandria ou Antiga Biblioteca de Alexandria, que foi uma das maiores bibliotecas do mundo antigo. Ela existiu até a Idade Média, quando supostamente foi totalmente destruída por um incêndio cujas causas são controversas. Nela continha praticamente todo o saber da Antiguidade. A operação conta com o apoio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e do Departamento de Execução Penal do Paraná (Depen).

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