Menu
Busca quarta, 21 de outubro de 2020

Saúde capacita militares para combater a dengue na fronteira

20 janeiro 2016 - 13h00Por Assessoria

A Prefeitura de Ponta Porã, através da Secretaria Municipal de Saúde, Gerência de Vigilância em Saúde e Setor de Controle de Endemias, está intensificando as ações para combater a proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor de três doenças zika, chikungunya e dengue. O trabalho agora conta com um importante reforço de militares cedidos ao município pelo comando do 11º Regimento de Cavalaria Mecanizado “Regimento Marechal Dutra”.

De acordo com as informações da gerente de Vigilância em Saúde, Marina Derzi, na manhã desta terça-feira, dia 19, um grupo de 20 militares do 11º RCMec participaram de uma palestra de capacitação para que possam ajudar a Secretaria Municipal de Saúde nas ações visando erradicar focos do mosquito transmissor dessas três doenças. Logo após receberam todas as orientações, os militares juntamente com os agentes de endemias iniciaram o trabalho de campo fazendo visitas domiciliares.

O coordenador do Setor de Vetores e Endemias, Edilson Melgarejo, explicou que as ações foram iniciadas no Residencial Ponta Porã I, sendo que serão estendidas para outros bairros daquela região como Coophafronteira, Jardim Coimbra, Nova Ponta Porã e Vila Áurea. “Vamos intensificar os trabalhos não apenas nestes bairros, mas em todas as regiões de Ponta Porã em virtude de nessa época de chuvas aumentar o número de criadouros”, destaca.

Melgarejo disse que apesar dos trabalhos constantes a quantidade focos que vêm sendo encontradas é grande. “Durante trabalho no Grande Marambaia constatamos sete focos do mosquito aedes aegypti por quarteirão. Em Sanga Puitã, para se ter uma dimensão do problema, em uma única residência encontramos 22 focos do mosquito e na média foram 10 focos por casa visitada”.

O coordenador ressalta que mesmo com o esforço dos agentes e apoio dos militares do Exército Brasileiro, a eliminação dos focos do mosquito transmissor só será possível com o apoio e a efetiva participação da comunidade. “As pessoas precisam ter a consciência de que é necessário limpar os quintais, não deixar recipientes que possam acumular água do lado de fora, porque esses são locais propícios para procriação do mosquito responsável pela transmissão do zika vírus, chikungunya e da dengue”, disse.

Mas o trabalho dos agentes de endemias não ficará restrito apenas ao perímetro urbano de Ponta Porã. Edilson Melgarejo ressaltou que serão colocadas equipes para atuar na zona rural, principalmente em áreas com maior número de população como o distrito de Nova Itamarati e também o distrito de Cabeceira do Apa.

Deixe seu Comentário

Leia Também

EDUCAÇÃO
MEC discute novas formas de avaliar ensino superior
PIX
Procon pede explicações a Mercado Pago e NuBank sobre cadastros
Clientes dizem que foram cadastrados sem autorização
GERAL
Huawei avança em energia solar no Brasil e mira em baterias
INTERNACIONAL
EUA pedem que Brasil "mantenha olhar crítico" sobre a China