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Criança fica sem andar após sofrer agressão física dentro de creche

12 setembro 2012 - 14h50
Douradinanews


Segundo relatos de Adriana Cuenca da Rocha, na quarta-feira (5) por volta das 16h30 ela se dirigiu até o CEI Arte e Vida para buscar o filho J.A.R.N de 02 anos. No entanto, ao pegar a criança no colo ele reclamou de dores na perna e disse que outra criança de cinco anos havia lhe chutado na altura das nádegas fazendo com que não conseguisse andar normalmente e se queixasse de dor intensa.

Pelo fato da creche estar em horário de fechamento a mãe retornou no outro dia para conversar com a diretora que alegou que a lesão poderia ter sido causada em casa, fato que, segundo a mãe, não condiz com a verdade, uma vez que a criança não se queixava da dor ao ir para a creche naquele dia.

Em razão do aumento das dores e paralisação gradativa da perna esquerda da criança, Adriana se dirigiu ao posto de saúde municipal em busca de atendimento médico mas não conseguiu, por falta de vaga.

A situação se agravou e a criança ficou impossibilitada de sentar ou andar, pois a perna esquerda encolheu e passou a doer cada vez mais. A mãe então deu entrada no Hospital Santa Rita onde a criança ficou internada até o dia 10 de setembro. O médico que atendeu informou que o nervo da perna da criança havia sido lesionado ficando com o movimento comprometido não podendo esticar a perna, nem permanecer sentado e nem andar.

No entanto mesmo a diretora da creche afirmando que a lesão poderia ter sido causada na residência e não na escola, ela ligou para a mãe da criança pedindo que não levasse a situação ao conhecimento da Justiça, fato esse que se repetiu no dia 11 e foi seguido de uma visita para reforçar o pedido de que em hipótese alguma fosse comentado o fato com alguém, conforme informou Adriana.

Nesse meio tempo, a mãe do menino de cinco anos apareceu se justificando e se desculpando pelo ato de seu filho o qual teria realmente agredido a criança na creche. Revoltada com toda a situação, a mãe da criança buscou ajuda de amigos a fim de tomar as providencias cabíveis. Ela se encontra emocionalmente abalada e sem condições de trabalhar - já que tem que ficar com a criança no colo o tempo todo. Também não recebeu apoio algum dos órgãos responsáveis, sendo pressionada a ficar calada diante desta situação absurda de negligencia, imperícia e descaso do poder executivo municipal.

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