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Mesmo com variedades, farmacêutica lembra que foco é higienizaçã

17 julho 2012 - 16h50
G1 MS

O número de casos de gripe H1N1 provocou um aumento de 40% nas vendas do álcool em gel em algumas farmácias de Campo Grande. O produto, utilizado para a limpeza das mãos e que ajuda evitar a contaminação pelo vírus, se tornou rotina na vida da população e norma em algumas empresas.

De olho nesse mercado, os fabricantes estão lançando produtos com aromas e hidratante. Mesmo com a variedade, a farmacêutica Carolina Rainche lembra que o foco é sempre a higienização das mãos.

“O álcool em gel funciona basicamente como um antisséptico, um germicida. É importante salientar que a eficácia é muito maior quando há lavagem das mãos com água e sabão”, destacou Carolina, que lembra ainda que o álcool indicado para as mãos é apenas o que está à venda nas farmácias.

Em algumas farmácias, a procura pelo álcool em gel foi tão grande que o produto sumiu das prateleiras. A farmacêutica Denise Kalil disse que, antigamente, a média de vendas era de um produto por dia. “Agora a demanda é de 15 a 20 produtos, uma procura muito grande”, relatou.

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