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Projeto AGORA vence prêmio máximo como “Empresa do Ano de 2011” da Aberje

25 novembro 2011 - 17h50
Divulgação (TP)

O Projeto AGORA conquistou na quinta-feira (24/11) o prêmio máximo nacional de Jornalismo Empresarial como “Empresa do Ano de 2011” da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje). Além da principal premiação, o Projeto AGORA também conquistou o prêmio nacional de Comunicação Integrada durante cerimônia realizada no Espaço Rosa Rosarum, em São Paulo (SP). Anteriormente, o AGORA já havia vencido a premiação regional para São Paulo na categoria Comunicação Integrada, o que o qualificou para concorrer ao prêmio nacional.

“É uma enorme conquista para a cadeia produtiva da cana-de-açúcar, que se uniu e conseguiu realizar um trabalho digno com resultados surpreendentes, envolvendo professores, alunos, comunidades, jornalistas e formadores de opinião,” afirmou o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (ÚNICA), Marcos Jank, que recebeu os prêmios representando as 11 entidades e as oito empresas que compõem o Projeto AGORA. “Este prêmio é uma homenagem a todos aqueles que realizam o Projeto AGORA e às milhares de pessoas que dele se beneficiam. Estão todos de parabéns,” completou.

Jank lembrou que é fundamental reconhecer e agradecer aqueles que acreditam e participam do Projeto AGORA, iniciativa que ele descreveu como “verdadeiramente colaborativa e vencedora,” graças ao empenho e envolvimento de seus integrantes. São eles:

• As associações e sindicatos de produtores de açúcar e etanol dos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba e Alagoas;

• As entidades Ceise-Br e Orplana;

• As empresas Amyris, Basf, BP, Dedini, Banco Itaú, FMC, Monsanto e Syngenta.



O presidente da UNICA registrou, também, um agradecimento às agências que apoiam as diversas iniciativas do Projeto AGORA, que dividem, também, a responsabilidade pelos bons resultados obtidos. São elas a CDN Comunicação Corporativa, a Calia Y2, a Editora Horizonte e a RP Consultoria.

"A busca pela qualificação é uma das razões que inserem Mato Grosso do Sul no Projeto, há uma necessidade de orientação à comunidade sobre o setor sucroenergético no Estado. Com o Projeto AGORA deixamos de apenas empregar e passamos também a orientar todos, desde integrantes das empresas até seus filhos", excplica Roberto Hollanda, presidente da Associação do Produtores de Bionergia de Mato Grosso do Sul - Biosul.

Sobre os prêmios

Para obter o título de “Empresa do Ano 2011” nesta 37ª edição do Prêmio Aberje, o Projeto AGORA atingiu a maior nota entre todos os ganhadores nas diferentes categorias da premiação nacional: 9,98 pontos de um máximo de 10. As notas resultam das avaliações feitas pelas comissões julgadoras de cada categoria. Esta edição do Premio Aberje utilizou cerca de 200 jurados em todo o Brasil.

Para conquistar a premiação nacional na categoria Comunicação Integrada, o Projeto AGORA competiu com a Brasilcap Capitalização (Lixo Extraordinário); Lafarge (Integração novas unidades no Nordeste e Centro-Oeste); Vale, com dois projetos (Caminhão Vale e Circuito mineração – uma nova plataforma de comunicação com stakeholders); Companhia de Telecomunicações do Brasil Central – CTBC (Novo posicionamento de uma nova marca); MASB Desenvolvimento Imobiliário (Case Vibra MASB); e Sociedade Hospital Samaritano (novo complexo hospitalar do Hospital Samaritano).

Lançado em 2009, o Projeto AGORA representa uma iniciativa pioneira de comunicação e marketing institucional, cujo modelo vem influenciando a comunicação em diversas cadeias produtivas, particularmente do agronegócio nacional. As empresas e entidades participantes trabalham juntas e de forma integrada, realizando ações que não teriam o mesmo impacto ou abrangência se deflagradas por uma só empresa.

Sobre a Biosul - A Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul, que surgiu em dezembro de 2008, reflete o aumento de importância do Estado no cenário nacional da cana-de-açúcar e seus derivados. Resultado da junção de três sindicatos tem como características a gestão profissional e associativista e sua criação coincidiu com o momento de expansão do setor. Toda a produção de cana moída do MS está ligada a Biosul, que conta com 25 associadas – 22 unidades de operação, duas em fase de implantação e um projetos.



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