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Sistema penitenciário de MS terá R$ 26 milhões

Sistema penitenciário de MS terá R$ 26 milhões

27 setembro 2011 - 09h27Por Assessoria
O Mato Grosso do Sul terá R$ 26 milhões para a construção e reforma do sistema prisional do estado. Apesar dos cortes do governo federal em três convênios firmados para a construção de presídios no estado, a bancada sul-mato-grossense, coordenada pelo deputado Geraldo Resende (PMDB), conseguiu manter a construção do Estabelecimento Penal de Regime Semiaberto, em Dourados.

Os três contratos somavam juntos mais de R$ 13 milhões. A dificuldade de execução dos projetos foi preponderante para o cancelamento dos convênios pelo governo federal. Em encontro nesta segunda-feira (26), Geraldo Resende e os senadores Antonio Russo (PR) e Delcídio Amaral (PT) ouviram do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que a obra em Dourados terá o apoio da pasta.

Com isso, será mantido o investimento de mais de R$ 6 milhões do Executivo na obra. Como contrapartida, o governo do estado arcará com R$ 672 mil. A complexidade do estado aliado ao fato de estar localizado na faixa de fronteira do país pesaram na decisão do ministro ao manter a construção.

O Ministério da Justiça quer dar uma nova modelagem e padronização do sistema prisional brasileiro. Por isso, só no Mato Grosso do Sul foram renegociados dois contratos que juntos ultrapassam R$ 2 milhões.


Reformas necessárias

Mais de R$ 20 milhões serão destinados à reforma do sistema prisional em diversas cidades do estado. Os recursos devem começar a ser liberados a partir no próximo ano, conforme projeto enviado pela Secretaria de Segurança Pública do estado.

“Acho que foi uma solução muito boa. Preserva uma obra há muito sonhada pela sociedade e necessária para a segurança do nosso estado. Esperamos que haja celeridade por parte da Caixa Econômica para que os processos licitatórios sejam iniciados”, cobra Geraldo Resende. “Sem contar que dará a oportunidade para a construção de várias cadeias públicas no estado, como em Ponta Porã e Três Lagoas, que há muito esperam pela construção de um presídio”, completa.

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