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Micros e pequenas devem gerar 1,3 milhão de empregos neste ano em todo o País

09 outubro 2011 - 21h12Por Estadão
O Brasil precisa limitar a contratação de trabalhadores terceirizados, defendeu nesta quarta-feira o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro João Oreste Dalazen (foto). 'É essencial, para o aprimoramento da legislação brasileira, a responsabilidade solidária e uma limitação aos casos de terceirização', disse o ministro, após audiência pública sobre o tema no TST. Para ele, a terceirização em atividade fim é a negação do direito do trabalho. O presidente do TST considerou a audiência pública, que durou dois dias, um avanço na regulamentação dos serviços terceirizados, além de servir para melhorar o entendimento do Judiciário para julgar os processos que tratam do assunto.

Projeção realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Microempresas (Sebrae) com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged)aponta que as micro e pequenas empresas (MPE) devem gerar 1,3 milhão de empregos formais em 2011. O número representa 76% dos 1,7 milhão de novos postos de trabalho previstos pela entidade para este ano. Responsáveis por empregar 52% de todos trabalhadores com carteira assinada no País, as MPEs contratam em ritmo mais acelerado que as médias e grandes.

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