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Posse do novo ministro da Indústria cria cenário favorável para desenvolvimento de MS

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, participou da cerimônia de transmissão de cargo para Armando Monteiro, ex-presidente da CNI

08 janeiro 2015 - 10h00Por Fiems

Mato Grosso do Sul vive um novo tempo. Com a posse do novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, realizada nesta quarta-feira (07/01), no auditório do Banco Central, em Brasília (DF), cria-se um alinhamento efetivo entre Governo Federal, passando pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e chegando ao Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, com Fiems sendo a principal interlocutora desse processo. A análise é do presidente da Fiems, Sérgio Longen, que participou da solenidade de transmissão de cargo acompanhado pelo secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Jaime Verruck, pela deputada federal eleita Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias e pelo superintendente do Sebrae/MS, Cláudio Mendonça.

Segundo Sérgio Longen, pela primeira vez Mato Grosso do Sul alcançou um alinhamento que já mais foi construído nos anos anteriores. “Essa composição tem o Sistema Fiems atuando de maneira objetiva e direta para concretizar novas oportunidades de desenvolvimento econômico do nosso Estado a partir desse cenário que está sendo desenhado”, pontuou. Ele enxerga a posse do novo ministro como um sinal claro da presidente Dilma Rousseff de desejar a construção de uma política econômica mais austera, pois Armando Monteiro é empresário que conhece o setor industrial nacional com profundidade em virtude dos 8 anos que passou à frente da presidência da CNI (2002 a 2010). “Acredito que isso será possível de ser concretizado com ações concretas de desenvolvimento. Como presidente da CNI, ele já ajudou em muito o nosso Estado, liberando recursos para a construção das bibliotecas da Indústria do Conhecimento do Sesi e reforma das unidades do Sesi e Senai para potencializar as ações do Sistema Fiems em apoio ao setor industrial sul-mato-grossense”, reforçou.

Em seu discurso de posse, Armando Monteiro disse que o País apresenta elevados custos, com um sistema tributário complexo que onera os investimento e exportações. “Temos deficiência na qualificação do capital humano e na qualidade da infraestrutura e inadequações na governança regulatória. Tudo isso desestimula o desenvolvimento das atividades produtivas, reduz nossa produção e nos torna menos competitivo, exigindo a necessidade de uma coordenação mais efetiva da política fiscal. O necessário ajuste macro não pode ter efeito paralisante sobre a agenda de promoção da competitividade. É preciso encontrar espaços para impulsionar e dar absoluto sentido de urgência a essa agenda”, afirmou, citando a criação de cinco eixos para estimular a competitividade do setor e espera contar com o apoio da CNI e dos governadores para construir essa nova agenda.

Repercussão

Para o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Jaime Verruck, que representou o governador Reinaldo Azambuja na cerimônia de transmissão de cargo, o novo titular do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) possibilitará um alinhamento entre Governo Federal, Governo do Estado e Fiems que nunca aconteceu na história de Mato Grosso do Sul. “Todos têm o mesmo propósito de diversificar a matriz econômica do Estado, atraindo novos investimentos e mantendo o crescimento industrial sul-mato-grossense. O ministro Armando Monteiro pode ser o indutor do alinhamento que será construído para o crescimento industrial do Estado por ter sido ex-presidente da CNI e estar muito próximo do presidente da Fiems, Sérgio Longen”, analisou.

Ele acrescenta ainda que à frente da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente vai trabalhar junto ao novo ministro a dinamização do Inmetro estadual, a melhoria do convênio com a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) e reativação da atuação da Apex Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Já a deputada federal eleita Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias (PSB) destaca que a escolha de Armando Monteiro para o MDIC foi a melhor medida da presidente Dilma Rousseff porque se trata de um empresário que conhece a fundo o setor industrial, desde seus gargalos até suas principais demandas. “Além disso, ele tem uma experiência de gestão incontestável, ficando 8 anos à frente da CNI. Agora, no Estado, o setor conta com um ministro engajado, um presidente da CNI atuante, um governador preocupado com o desenvolvimento da indústria e um secretário estadual que saiu de dentro da Casa da Indústria, enfim, todos são crias do setor produtivo e isso é uma oportunidade fantástica para o desenvolvimento estadual”, garantiu.?

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