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Polícia Civil

Dupla é presa acusada de comercializar CNH falsa

12 dezembro 2014 - 07h50Por Fonte: douradosnews
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul participou a madrugada de quarta-feira (10), da Operação “Olaria”, em colaboração à Polícia do Estado do Paraná e cumpriram em Iguatemi, dois mandados de prisão e dois de busca e apreensão na cidade.

Foram presos João Carlos Celestino, 43 anos e Margarete Rodrigues da Silva, 41 anos, indiciados por participação em associação criminosa que tinha a finalidade de falsificação e revenda de carteiras de habilitação falsas.

João Carlos ainda foi preso em flagrante pelo crime de receptação, em virtude de no momento dos fatos estar ocultando CNH falsa em nome de terceira pessoa.

A OPERAÇÃO

Após seis meses de investigação, a Polícia Civil de Pato Branco (PR) deflagrou a“Operação Olaria”, com cumprimento de 19 mandados de busca e apreensão nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul e de 10 mandados de prisão preventivas.

Com a operação, desmantelou-se a organização criminosa que falsificava carteiras de habilitação e as revendia nas quatro unidades da federação. As CNH's falsas eram revendidas pelo valor de R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil, de acordo com a categoria pretendida pelo comprador.

A organização utilizava uma empresa de cerâmica como fachada da atividade ilícita desenvolvida, e negociava o documento falso como “milheiro de tijolo”, buscando, assim, despistar quaisquer investigações. Os membros viviam em ótimas condições financeiras e gostavam de ostentar isso, o que faziam através de redes sociais.

Durante a operação, que contou com a participação de mais de cem policiais civis de todo o Estado do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, foram apreendidas CNHs falsas, papéis para confecção de CNHs, arma e munições.

Além dos dez presos por força de mandado de prisão preventiva, localizados nas Cidades de Frederico Westphalen (Rio Grande do Sul), Balneário Camboriú, Maravilha e Xanxerê (Santa Catarina), Palmas, Clevelândia e Pato Branco (Paraná) e Iguatemi (Mato Grosso do Sul), sete foram presos em flagrante delito.

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