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Ponta Porã

Prefeitura retira árvores que ameaçam cair

Após laudo ambiental, árvores condenadas são retiradas, havendo a necessidade de uma compensação ambiental com o plantio de novas espécies

17 janeiro 2015 - 07h15Por Assessoria

A Prefeitura Municipal de Ponta Porã, através da Secretaria de Obras e Urbanismo e a Secretaria de Meio Ambiente, realizaram na manhã desta quinta-feira, dia 15, a retirada de uma árvore condenada no centro da cidade, que apresentava sinais visíveis e técnicos de que poderia cair em qualquer momento, colocando em risco a integridade dos moradores da região, pedestres e condutores.

Segundo a Secretária de Meio Ambiente, Michelle Rodrigues Brizueña, qualquer cidadão pode protocolar o pedido de retirada de árvores no próprio Paço Municipal, posteriormente os engenheiros ambientais se deslocam até o endereço e realizam um laudo ambiental verificando se há ou não a necessidade da retirada da árvore, ou muitas vezes uma poda já é o suficiente “se um morador retirar uma árvore por conta própria e sem um laudo de autorização dos nossos engenheiros ambientais municipais, este pagará uma multa e responderá por um processo ambiental, além de colocar em risco a própria vida ou de terceiros” destacou a secretaria.

Havendo a necessidade da retirara da árvore uma equipe da Secretaria de Obras realiza a remoção havendo a necessidade de uma compensação ambiental, com o plantio de outras mudas de árvores indicados pela secretaria de meio ambiente, que podem ser retiradas no Horto Florestal Municipal gratuitamente.

Segundo o Secretário de Obras e Urbanismo, João Batista Sandri, existe uma preocupação por parte do Prefeito Municipal Ludimar Novais em atender imediatamente a retirada de árvores condenadas, que possa oferecer risco a moradores, pedestres e condutores, porém sempre com a preocupação de preservar o meio ambiente com o plantio de novas espécies nos locais onde foram retiradas as árvores.

Um dos símbolos históricos de Ponta Porã, a Centenária Figueira do Paço Municipal, sucumbiu no final de 2011 por falta de cuidados e manutenção, atingindo vários veículos, deixando morrer a árvore mais tradicional da fronteira, que serviu como ícone histórico e cultural durante décadas.

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