domingo, 16 de janeiro de 2022
Prefeitura Municipal de Dourados - MATRÍCULAS2022
CORONAVÍRUS

SES confirma primeiro caso da variante Ômicron em MS

14 janeiro 2022 - 17h00Por Portal Governo MS

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou nesta sexta-feira (14), que detectou o primeiro caso da variante Ômicron, em Mato Grosso do Sul. Trata-se de uma mulher de 24 anos, moradora do município de Ivinhema.

A jovem não viajou para fora do Estado, apresentou sintomas no dia 03/01/20122, sendo estes leves como: tosse, coriza e fraqueza. Não precisou de internação. Ao sentir os sintomas, procurou a rede privada, fez o teste de RT-PCR em laboratório de Ivinhema o qual, enviou a amostra para sequenciamento genômico pela rede privada em Belo Horizonte (MG), sendo o resultado confirmado nesta sexta-feira (14).

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, explica que já havia suspeita que a variante Ômicron estivesse presente no Estado. “O aumento de casos que temos registrado desde o início do ano em Mato Grosso do Sul pode estar associado a variante Ômicron. Por isso, nós pedimos que quem ainda não se vacinou, vacine-se! Conclua o seu esquema vacinal”.

O Boletim Epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (14), registra 854 casos positivos e três óbitos novos. Mas nesta quinta-feira (13), a SES registrou o maior número de casos positivos novos, com 2.482 notificações no Estado em 2022.

Orientações

Diante da confirmação do primeiro caso da Ômicron no Estado, a Secretaria de Estado de Saúde, orienta a população a usar a máscara da forma correta, cobrindo todo o nariz e a boca. Higienizar as mãos sempre que possível com álcool ou com água e sabão e evitar aglomerações mantendo o distanciamento físico.

Deixe seu Comentário

Leia Também

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

Menina de 3 anos morre de influenza H3N2 em Campo Grande

SAÚDE

Brasil recebe segunda remessa de vacina pediátrica da Pfizer

ARAL MOREIRA

Idosa é encontrada morta, nua e com ferimento no rosto, próximo a cemitério de MS

SAÚDE

Síndrome de Burnout é reconhecida como fenômeno ocupacional pela OMS