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Marin avisa que 'dificilmente' um técnico estrangeiro comandará a seleção

Marin avisa que 'dificilmente' um técnico estrangeiro comandará a seleção

26 novembro 2012 - 15h10
Uol

A chance de a seleção brasileira ter o espanhol Pep Guardiola como técnico é muito pequena. A análise é do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin. Nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro, ele afirmou que dificilment” um treinador estrangeiro será contratado para substituir Mano Menezes no comando a equipe nacional.

“Dificilmente, dificilmente", frisou o presidente da CBF ao ser questionado sobre a possibilidade de ter Guardiola ou outro técnico de fora do Brasil na seleção. "Temos grandes técnicos brasileiros. Já vencemos cinco vezes a Copa e mostramos o nosso valor. Vamos ver os técnicos brasileiros”, completou Marin.

O presidente da CBF explicou por que só vai anunciar o nome do novo treinador a partir de janeiro: “Estamos em final de ano, em reta final de Campeonato Brasileiro, e queremos um tempo para conversar”.

Mas Marin disse que já sabe quais as características que espera do novo treinador da seleção: “Quero um técnico com perfil vencedor, que seja capaz de atender aos desejos de nosso povo. Não os meus, mas de nosso povo. Queremos ganhar o titulo da Copa das Confederações”.

Cercado por seguranças, Marin só atendeu à imprensa durante a Soccerex depois de muito tumulto e empurra-empurra. Quando finalmente resolveu parar em frente ao estande da Federação paulista de Futebol, o presidente da CBF se negou a comentar sobre a permanência de Andrés Sanchez e a operação da Polícia Federal na casa de Marco Polo Del Nero.

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo também se manifestou sobre a demissão do técnico Mano Menezes da seleção brasileira. O político assegurou que o ex-treinador cumpriu o seu papel no cargo e citou Abel Braga, técnico do Fluminense, como exemplo de profissional para ocupar o posto.

“O Mano fez o que precisava. A CBF precisa ser respeitada em sua decisão. O Brasil possui nomes de muita qualidade para substituí-lo. Já exportamos muita gente e não temos a necessidade de contratar um técnico estrangeiro. O Abel Braga é um grande exemplo, campeão mundial pelo Internacional, brasileiro pelo Fluminense, um vencedor. O Luxemburgo é outro grande profissional. Existe muita gente boa. Os responsáveis farão a melhor escolha”, comentou.

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