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São Paulo faz treino marcado por divididas duras

São Paulo faz treino marcado por divididas duras e jogadores justificam: "Ritmo da Libertadores"

09 janeiro 2013 - 18h50
Uol

Campo reduzido, o que deixa os jogadores mais próximos um dos outros, chuva, que torna qualquer dividida mais perigosa, e muita força em cada disputa de bola. Esse foi o treino do São Paulo da tarde desta quarta-feira, que ficou marcado pela intensidade empregada pelos 22 atletas que estiveram em campo, que não estiveram nem aí para o status de "treino tático" e deram toda a vontade sob o olhar atento de Ney Franco.

Toda a vontade, segundo os jogadores, é necessária para que o time já consiga entrar em campo com o ritmo acelerado. Com uma pré-temporada reduzida, por causa da pré-Libertadores, marcada para o dia 23 de janeiro, diante do Bolivar, o São Paulo precisou queimar etapas, como afirmou seu treinador. E é isso que faz parte do "estilo Libertadores".

"Você está vendo que a cada dia que passa o trabalho está com mais qualidade. Os jogadores estão se doando, todo mundo se movimentando bastante. Procuramos não pensar nessas coisas (lesão). Você viu que o Osvaldo caiu, levantou rapidinho e continuou trabalhando", disse Cortez.

Não foi só Osvaldo que ficou no chão por alguns minutos e deu trabalho para o doutor José Sanchez. Rafael Tolói também sentiu uma entrada que ele mesmo deu em um adversário. Com o apito final da atividade de dois toques na bola, o zagueiro caiu na linha de fundo e recebeu o primeiro atendimento de Rogério Ceni.

Maicon, outro entrevistado selecionado pela assessoria de imprensa são-paulina, também seguiu a linha de Cortez e disse que as entradas mais fortes fazem parte da demonstração de vontade que os atletas precisam ter nesse início de ano.

"Tem de ser mais pegado o nosso treino mesmo, porque o jogo é de suma importância para a gente. Temos que trabalhar forte até a estreia e vamos conseguir nosso objetivo que é a fase de grupos. Faz parte do treinamento (entrada dura), mesmo porque ninguém entra para machucar os companheiros, mas a Libertadores é nesse nível. Uma vez o outra acontece um lance mais perigoso, mas todo mundo é amigo. O nosso treino está no ritmo da Libertadores", afirmou o jogador.

Apesar de só ter o discurso focado na pré-Libertadores, o São Paulo tem três compromissos antes do jogo diante do Bolivar. Serão dois jogos treinos, marcados para os dias 12 e 16, diante do Barueri e do Red Bull, e a estreia no Paulistão, contra o Mirassol.

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