Menu
Busca sábado, 16 de outubro de 2021

Bactérias em comida provocaram intoxicação de alunos em MS

04 outubro 2011 - 19h42Por G1/MS
Laudo divulgado na segunda-feira (3) pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul (Lacen-MS) atestou que as crianças da Escola Municipal de Tempo Integral Iracema Maria Vicente, em Campo Grande, foram intoxicadas por bactéria encontradas em alimentos servidos no almoço, na última terça-feira (27). No total, 180 alunos tiveram diarreia, vômito e dores abdominais.

De acordo com o laudo divulgado pelo Lacen, os exames na amostra do almoço detectaram a presença da bactéria estafilococos. Entre as possíveis causas da contaminação apontada pelo laboratório estão: armazenamento dos alimentos em temperatura inadequada, má conservação e manuseio pós-preparação do alimento feito de forma irregular.

O laudo ressaltou que a toxina produzida pelo estafilococos, resultante de sua reprodução, provoca vômitos e diarreia que duram de uma a seis horas. As crianças que precisaram receber atendimento médico tiveram crises de náuseas, vômito, dor de cabeça e dor abdominal. Elas foram encaminhadas a hospitais e postos de saúde da cidade.

O cardápio do almoço servido aos alunos no dia 27, era composto por arroz com carne moída, feijão, farofa com salsicha e ovo, salada de repolho e tomate. Gelatina foi oferecida como sobremesa.

Alimentos in natura

Segundo informações do Lacen-MS, ainda serão analisadas as amostras dos alimentos in natura, ou seja, sem preparação ou que estavam no estoque da escola. Na última semana, o Laboratório concluiu as análises das amostras de água da escola, que apontaram como negativo em relação à presença de microorganismos.

Deixe seu Comentário

Leia Também

SAÚDE
Butantan recebe autorização para iniciar testes de soro anti-covid
GERAL
Com a estabilidade da Covid-19, SES retorna com reunião da CIB de forma presencial
ECONOMIA
Trabalhadores nascidos em setembro já podem sacar auxílio emergencial
BOLETIM COVID
Ocupação de leitos por casos confirmados de Covid-19 está abaixo de 10% em todas as macrorregiões