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Dilma assina hoje convênios do PAC 2 para MS

20 dezembro 2011 - 10h08Por Assessoria
A presidente Dilma Russeff assinará hoje, 21, no Salão Nobre do Palácio da Planalto, 28 convênios com o Governo do Estado e administração municipais referentes a recursos para obras da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2/Funasa). O objetivo é promover melhorias no sistema de saneamento básico. Na avaliação do deputado Geraldo Resende (PMDB), coordenador da bancada do Estado no Congresso Nacional, as obras são fundamentais para melhorar os indicadores de saúde no estado.

De acordo com a Portaria 808/2011, publicada no Diário Oficial da União (DOU) do dia sete deste mês, cerca de R$ 64,2 milhões serão destinados para implementação das redes de água e esgoto em 18 municípios. Outros R$ 5 milhões serão investidos em melhoria sanitária domiciliar (MSD) nos 10 municípios restantes.

Os recursos foram viabilizados graças às interlocuções do coordenador da bancada de MS, que durante vários dias fez gestão junto à Presidência da República e, também, à Superintendência da Funasa no Estado.

“Saneamento melhora a vida das pessoas. Este é mais um passo para levarmos serviços de água e esgoto aos rincões de Mato Grosso do Sul. Até recentemente, nosso Estado era um dos últimos. Mas a nossa meta é elevar os índices de cobertura em 60% e, com o trabalho que vem sendo realizado, poderemos chegar a 100% de saneamento”, prevê o parlamentar.

Em novembro, o deputado Geraldo Resende anunciou a pré-seleção de 18 municípios para receberem os investimentos que irão garantir o acesso da população aos serviços de saneamento básico. Ele, no entanto, conseguiu a inclusão de mais 10 municípios para serem contemplados pelo programa federal. As cidades receberam visitas de técnicos da Funasa, que analisaram a consistência dos projetos apresentados pelas prefeituras.

“Os investimentos previstos irão possibilitar que os benefícios do saneamento sejam estendidos para milhares de pessoas, o que vai contribuir para a melhoria dos indicadores de saúde. Cada R$ 1,00 investido em água potável e esgoto representa uma economia futura de R$ 4,00 em gastos com saúde pública”, explica Geraldo Resende.

De acordo com o coordenador da Funasa em Mato Grosso do Sul, Flávio Brito, apenas 43% dos municípios têm acesso a saneamento e somente 1/3 conta com esgoto tratado. “Com esses projetos, estamos buscando a ampliação desses números, para que haja diminuição das doenças, já que a falta de saneamento é a causa do surgimento de 80% das doenças que atingem a população mais carente”.

O deputado disse que na condição de coordenador da bancada federal participou de todas as discussões a respeito dos investimentos que estão sendo anunciados. “Num primeiro momento, estava prevista a inclusão de apenas 11 municípios, mas por meio da atuação de toda a bancada, conseguimos levar para 28 cidades”, comemora.

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