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Odepa se mostra inflexível com cortes na natação brasileira

09 outubro 2011 - 22h33Por Terra
Os cortes de Rodrigo Castro e Ana Carolina Santos da Seleção Brasileira de Natação às vésperas do Pan-Americano serão irreversíveis. Pelo menos foi o que deixou claro o presidente da Odepa, Mario Vázquez Raña. Ontem (9), o dirigente assegurou que as regras sobre a exclusão de atletas por conta da grande demanda estava prevista.

"Temos regras taxativas e flexíveis. Tem coisas que se pode fazer por ser flexíveis. Porém, há coisas parecidas que não podem se resolver, como neste caso", afirmou o dirigente.

As palavras do presidente da Odepa apenas reforçam a própria ideia demonstrada pela delegação da natação brasileira. Em conversa com o Terra, Ricardo de Moura, chefe da equipe, admitiu ciência da possibilidade dos cortes desde março.

Sem Rodrigo Castro e Ana Carolina Santos, o Brasil terá uma equipe formada por 38 atletas somente na natação. A dupla acabou sendo a única vetada pelo Copag, que inicialmente exigira o corte de seis competidores da delegação nacional. Segundo a organização, o alto número de esportistas ultrapassaria o limite de leitos da Vila Pan-Americana.

Vázquez Raña também opinou sobre a exclusão da seleção da Guatemala de futebol do Pan-Americano. O presidente da Odepa declarou apoio ao Comitê Olímpico da Guatemala (COG), que excluiu a equipe da competição em virtude da falta da maioria dos jogadores no dia do juramento à bandeira. De quebra, o dirigente admitiu que um novo país deve assumir o posto vago pelos guatemaltecos.

"Estamos trabalhando, parece que El Salvador virá. Se não vierem mesmo, espero que venha outro país. A Guatemala foi punida por falta de disciplina, por isso temos que apoiar o comitê", concluiu.

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