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Pentágono quer respostas diplomáticas e não militares contra o Irã

Pentágono quer respostas diplomáticas e não militares contra o Irã

12 outubro 2011 - 13h30
AFP

O Pentágono indicou nesta quarta-feira que o suposto complô do Irã para assassinar o embaixador saudita em Washington requer uma resposta diplomática e legal, minimizando a possibilidade de uma ação militar.

"O Exército dos Estados Unidos têm preocupações de longa data acerca da influência maligna do Irã na região. No entanto, em relação a este caso, trata-se de uma questão de caráter judicial e diplomático", disse a jornalistas o porta-voz do Pentágono, John Kirby.

Consultado sobre se os Estados Unidos tinham descartado ações militares, Kirby respondeu: "Apenas o presidente tem o poder de usar ou não seu exército".

"Isto está sendo tratado pelo Departamento de Justiça. É apropriado neste caso", acrescentou.

O Departamento de Justiça acusou na terça-feira dois iranianos de conspiração para assassinar o embaixador saudita Adel al-Jubeir, e alegou que tinham o apoio da Guarda Revolucionária iraniana.

Em Nova York, os diplomatas americanos iniciaram nesta quarta-feira uma série de reuniões sobre este caso com os embaixadores dos estados membros do Conselho de Segurança.

"O objetivo por enquanto é seguir impondo uma pressão financeira e diplomática sobre os iranianos", declarou outro porta-voz do Pentágono, George Little, na mesma entrevista coletiva à imprensa.

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