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COTAÇÃO

Dólar fecha em alta de 0,20%, à espera de decisão sobre taxa básica de juros

04 maio 2021 - 17h45Por G1

O dólar fechou em alta de 0,20%, cotado a R$ 5,4297, nesta terça-feira (4), com os investidores de olho nos primeiros depoimentos na CPI da Covid e à espera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a taxa básica de juros da economia.

No acumulado da semana e do mês, a moeda norte-americana tem queda acumulada de 0,02%. No ano, há avanço de 4,67%.

Cenário

No exterior, o dólar operava com ganhos frente a outras moedas nesta terça-feira, desfazendo parcialmente uma queda que durou um mês, à medida que os investidores avaliavam as chances de que será preciso elevar os juros devido a uma forte recuperação econômica nos Estados Unidos, enquanto aguardavam dados e discursos sobre a política monetária em busca de pistas.

O mercado de câmbio tem sido pautado pela trajetória da curva de juros nos Estados Unidos. Na semana passada, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) indicou não haver pressa para reduzir estímulos em curso e adotados inicialmente no ano passado para proteger a economia dos efeitos da pandemia, o que reduziu os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano.

Na prática, uma elevação dos juros nos EUA significa uma menor migração de recursos para países como o Brasil, reduzindo a oferta de dólar por aqui e, consequentemente, elevando o preço da moeda.

Mas, diante da alta das commodities e melhora do cenário local após a definição do Orçamento 2021, analistas avaliam que a moeda brasileira pode continuar a se valorizar em maio.

O Copom anuncia esta quarta-feira a sua decisão sobre a taxa básica de juros no Brasil. O mercado espera um novo aumento de 0,75 ponto percentual nesta semana. Em março, na primeira elevação em quase seis anos, a Selic foi aumentada pelo BC para 2,75% ao ano.

Em Brasília, a CPI da Covid abre nesta terça-feira a agenda de convocações, com os depoimentos de Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, os dois primeiros ministros da Saúde do governo de Jair Bolsonaro.

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