quarta, 10 de agosto de 2022
110 ANOS DE HISTÓRIAS

Em 18 de julho de 1912 se publicava a resolução de criação do município de Ponta Porã

"No presente preservamos o passado, através das memórias registradas nas bibliografias somente desta forma no futuro teremos histórias para contar".

18 julho 2022 - 10h00Por Prof. Yhulds Bueno

Durante os anos que foi vilarejo entre os séculos XIX e inicio do século XX, na região de fronteira, o lado brasileiro recebia o mesmo nome da vila existente no lado paraguaio, ambas se chamavam “Punta Porã”. As duas cidades surgiram timidamente às margens da Laguna Porã que servia de Ponto de parada pra tropeiros e viajantes que passavam pela região.

“Aconteceu que o lado paraguaio acabou recebendo o nome oficial de Pedro Juan Caballero, em homenagem a um dos libertadores do Paraguai”. Elpidio Reis. 1981.

Nos anos que seguiram do Pós-guerra da Tríplice Aliança, ocorreram alterações nos nomes de ambos os vilarejos, com a escolha de um novo nome do lado paraguaio Pedro Juan Caballero para a distinta cidade irmã, no lado do Brasil o nome de “Punta Porã” abrasileirou-se para “Ponta Porã” desta forma cada local seguiu rumo ao seu desenvolvimento, que visivelmente era bem melhor e mais atrativo na cidade do país vizinho de acordo com relatos de pesquisadores da época.

“A falta de garantias nesta parte da fronteira era completa, pela ausência de autoridades. Desde a retirada do destacamento comandado pelo Alferes Nazareth a zona ficou entregue à sua própria sorte”. ROSA, apud. REIS. ELPIDIO. 1981 p. 61.

Para tentar solucionar os problemas existentes na fronteira principalmente de segurança, no ano de 1897 chega a Ponta Porã o militar Francisco Marcos Tupy Serejo, sendo ele major do exército, um legitimo veterano da guerra da “Tríplice Aliança” ou “Guerra do Paraguai” o mesmo fora incumbido de um destacamento neste período histórico.

Major Serejo dentro de suas atribuições estava à administração da Agência Fiscal, para que o mesmo realiza-se a cobrança dos impostos devidos sobre a exportação da erva-mate para o Paraguai e impedir de forma efetiva o contrabando na região de fronteira, este fato histórico fora publicado no livro de Elpídio Reis Polca, churrasco e chimarrão de 1981.

Arquivo domínio público: Desenho de Antônio Fernando de Medeiros confeccionado em 12 de julho de 1902, publicado no livro de Luiz Alfredo Marques Magalhães, Convivendo na fronteira 2012.

Na virada do século em 10 de abril de 1900 através da resolução de nº 255, o Governo do Estado cria a Paróquia de Ponta Porã, sendo neste período nomeado o militar João Antônio da Trindade, capitão, o mesmo um dos heróis da “Retirada da Laguna”, exerceu a função que o cargo lhe atribuía por doze anos, tendo como escrivães, sucessores os cidadãos da época Orcílio Freire, Júlio Alfredo Mangini e Policarpo de Ávila.

CRIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PONTA PORÃ.

Fonte web imagem. Dr. Joaquim Augusto da Costa Marques

A Emancipação é publicada na resolução nº 617, de 18 de Julho de 1912. Oficializada através da assinatura do Dr. Joaquim Augusto da Costa Marques, Presidente do Estado de Mato Grosso. “Artigo 1º - Fica criado o Município de Ponta Porã, com sede no povoado de mesmo nome, que será desde logo elevada a categoria de Villa.

Arquivo pessoal do autor resolução de 1912, fonte cópia publicada no livro do Drº  Joao Portela Freira Terra, Gente e Fronteira.

Um passo importante para o desenvolvimento de Ponta Porã na região de fronteira, mediante  articulações políticas que foram necessárias para que este dia fosse concretizado, através da resolução nº617, mas ainda seriam necessárias outras alterações e acordos políticos para o real reconhecimento de Ponta Porã como cidade.

                               

ATA DE INSTALAÇÃO.

No ano de 1913 é registrada à ata de Instalação, segue o registro de abertura: “Aos vinte e cinco dias do mês d Março de 1913 as 10 horas da manhã do mesmo dia, neste mesmo dia no povoado de Ponta Porã, comarca de Bela Vista, Estado de mato Grosso, Republica dos Estados Unidos do Brasil, em casa previamente alugada para nela funcionar a Intendência Municipal. Nesta ata consta assinatura de pessoas importantes da época que se fizeram presente no referido ato”.

Arquivo pessoal do autor, Ata de Instalação. Fonte cópia publicada no livro do Drº Joao Portela Freira Terra, Gente e Fronteira.

CRIAÇÃO DA COMARCA DE PONTA PORÃ

Ponta Porã passou a categoria de Comarca através da lei Nº 721 de 23 de setembro de 1915, mais um importante passo para a princesinha dos ervais, chegar a sua tão sonhada emancipação e reconhecimento futuro como município algo que contribuiria ainda mais para seu desenvolvimento dentro da região fronteiriça.

O General Doutor Caetano Manoel Faria de Albuquerque, Presidente do Estado de Mato Grosso. Assina a lei de criação, que no seu primeiro artigo menciona: Faço saber todos os seus habitantes que a Assembleia Legislativa decretou e eu assino a presente lei: Art. 1º Fica elevado à categoria de Comarca o município de Ponta Porã, com sede na vila de mesmo nome.

Arquivo pessoal do autor, resolução Lei nº 721 de 23 de setembro de 1915. Fonte cópia publicada no livro do Drº Joao Portela Freira Terra, Gente e Fronteira.

VILA DE PONTA PORÃ.

Seguindo a cronologia histórica da emancipação Ponta Porã conhecida como  “princesinha dos ervais”, depois de muitas lutas e articulações politicas, é publicado o ato que define a criação do Município de Ponta Porã, neste ato também e mencionado a emancipação da cidade de Três Lagoas, através da Resolução Nº 820, de 1920, assinada por D. Francisco de Aquino Corrêa, Bispo de Prusiado, Presidente do Estado do mato Grosso.

Arquivo pessoal do autor, resolução nº 820, de 1920. Fonte cópia publicada no livro do Drº Joao Portela Freira Terra, Gente e Fronteira.

“Faço saber a todos os seus habitantes que a Assembleia Legislativa decretou e eu assinei a seguinte Resolução”. Artigo Único – Ficam elevados a categoria de cidade as Villas de Três Lagoas e Ponta Porã, sede dos municípios e comarcas dos mesmos; revogada as disposições ao contrário”.

MUNICÍPIO DE PONTA PORÃ E A PRODUÇÃO DE ERVA MATE: MATEX MATE SOLUVÉL.

Muitos Fatores estão ligados ao crescimento e desenvolvimento econômico de uma região, sua localização geográfica, sendo ela um ponto estratégico, os produtos de bens de consumo que oferece, essas características são de certa forma atrativos a investimentos. Empreendedores na sua maioria migrantes e emigrantes com uma visão comercial singular da potenciação da região, visando aproveitar o que a mesma produz em grande escala comercial. Este fenômeno comercial e algo globalizado que ocorre há séculos, e vem contribuindo para o crescimento de cada país e região, favorecendo ganhos desde o setor primário de produção, secundário que beneficia e o terciário que oferece ao consumidor final.

Foto de 1919 de Luiz Alfredo M. Magalhães. Publicada no livro um Homem de Seu Tempo, uma biografia de Aral Moreira, “intensa movimentação das carretas ervateiras”. Na região Sul de Mato Grosso.

Na região fronteiriça, como praticamente em todo Sul mato-grossense no século XIX e meados do século XX a economia girava em torno da produção de “erva mate” que se concentrava principalmente nas estâncias (fazendas) da região Sul de Mato Grosso, neste período histórico segundo dados estatísticos levantados pelo escritor, professor Milton Batista Fróes (in memoriam) em seu livro “Aral Moreira e Juvenal Fróes. Os caminhos da erva mate na fronteira sul-mato-grossense”. 2007. Menciona que 14 % da arrecadação do estado seriam oriundas da produção bruta de erva mate do Sul de Mato Grosso em especial Ponta Porã.

Para proporcionar maior suporte aos produtores de Erva Mate, foi criado a Federação das Cooperativas de Produtores de Mate, fundada em 1942 que reunia quatro grandes cooperativas sendo elas; União de Amambai, Guaíra de Iguatemi, Dourados e Ponta Porã. O primeiro a presidir a Federação foi o ilustre Drº Aral Moreira nascido em Aquidauana, mas depois de se formar em direito na Capital Federal na época Rio de Janeiro, passou a viver na fronteira em especial Ponta Porã, advogado, empresário e político visionário algoz em seu tempo, tendo participado ativamente da revolução constitucionalista de 1932, sendo apoiador instigando o povo sul-mato-grossense, pois nesses tempos ele já defendia a divisão do Estado de Mato Grosso e a criação de um novo Estado que ajudaria no desenvolvimento, principalmente da região de fronteira, isso o tornou um líder em seu tempo da região fronteiriça.

Um homem influente que por sua cultura e finesa na década de 20 séc. XX conheceu o Senador o grande Ruy Barbosa um ícone nacional. Aral Moreira desempenhou funções de grande relevância ao Município e ao Estado, sendo nomeado como promotor de justiça em 1928, subchefe de polícia em 1929, consultor jurídico do estado em 1930 e conselheiro municipal em 1931. Este entre outros fatos épicos de Aral Moreira foi muito bem relatado no livro de Luiz Alfredo Marques Magalhães, Um Homem de Seu Tempo uma Biografia de Aral Moreira de 2011.

Por ser um homem visionário ficou a frente presidindo este grande empreendimento e se utilizando de sua larga experiência Drº Aral Moreira estrategicamente neste período aumentou a produção canalizando para Argentina, atingindo seu ápice na década de 60, com produção de 12 milhões de toneladas, isso se deu por ser um produto de qualidade.

Mas com o passar dos anos a Argentina se fortaleceu e o governo estava decidido suspender a compra do produto, por este motivo rapidamente os produtores de Erva Mate do Sul de Mato Grosso se mobilizaram juntamente com a Federação para não somente produzir no setor primário e também industrializar beneficiando no setor secundário desta forma surgia o mate solúvel o primeiro do gênero da América Latina o que já vinha sendo feito com outro produto brasileiro o café de exportação.

Com os grandes ganhos obtidos com a produção da Erva Mate a Federação decidiu implantar na cidade de Ponta Porã a fabricação de mate solúvel criando assim a “MATEX”, que foi inaugurada em 1962, esta fabrica produzia neste período segundo FRÓES (2007), cerca de 800 quilos diários, embalando 16 mil latinhas de mate solúvel de 50 gramas, distribuídos em caixas com 24 unidades (latinhas), ou em pacotes de um kilo para ser comercializado em vendas e mercadinhos, pois o produto era vendido no mercado consumidor local, sendo o seu primeiro diretor o senhor Adjalmo Saldanha.

Fonte: https://www.facebook.com/PontaPoraLinhaDoTempo/photos. Construção da Fábrica de Mate “MATEX”, que se localiza ao lado do cemitério Cristo Rei, o prédio ainda existe neste local.

A cooperativa Surgiu na região fronteiriça forte e imponente, sendo construindo uma estrutura de grande porte para época localizada até os dias de hoje ao lado do cemitério Cristo Rei em Ponta Porã, este não existia nestes tempos. Esta estrutura se assemelha concidentemente a uma locomotiva e como os trilhos da NOB Noroeste do Brasil passavam ao lado do deposito trazendo os vagões lotados de “Erva Mate”, muitos acreditavam que a estrutura era da própria Noroeste, algo que não é verdade, a Federação era grande  em produção bruta de “Erva Mate”.

Arquivo: Carlos Alberto Freire. Panfleto de divulgação do mate solúvel da MATEX.

Acreditando que Ponta Porã possuía uma estrutura para levantar a “Erva Mate”, sem pensar nas etapas após o processo de produção, pois a população desconhecia o produto industrializado e sem ter uma orientação de como consumir, as pessoas erradamente realizavam sua utilização, não gostando evitavam utilizar o produto novamente, no rotulo do produto não existia nenhuma orientação para o consumidor, por não realizarem uma previa campanha demonstrativa como fora feito com o café e uma forma organizada de criação de postos de vendas amplas dentro e fora do estado, os armazéns da “MATEX” ficaram entulhados das latinhas e pacotes do produto e o comercio com as prateleiras lotadas.

Arquivo: Carlos Alberto Freire. Réplica da lata  do mate solúvel da MATEX

Fonte: https://www.facebook.com/PontaPoraLinhaDoTempo/photos.Embalagem da empresa MATEX.
 
Outro golpe foi em 1964 quando a Argentina suspendeu o importação de Erva Mate, a sequencia foi de prejuízos para Federação, que levaram em 1980 a venda de todo equipamento para liquidação de dívidas e indenizações, uma empresa de Santo Ângelo no Rio Grande do Sul que comprou os equipamentos da antiga fabrica, desta forma o ciclo promissor da Erva mate em Ponta Porã chegara e fim, de um dos maiores municípios produtores do sul do estado, nada mais restara.

Quem adquiriu os direitos de produção de mate solúvel foi a Nestle como o famoso “Mate Leão”, hoje a multinacional Coca Cola detém tais direitos e esta produzindo o mate gelado e exportando ao mundo. Um fato um tanto curioso que hoje a maior parte da Erva Mate consumida em Ponta Porã e importada de outras localidades, como Paraná e dos países Argentina e do Paraguai.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ponta Porã surge às margens da laguna Punta Porá em um período histórico anterior a guerra da Tríplice Aliança, no pós-guerra com as novas demarcações de limites territoriais a laguna ficaria alocada na cidade de Pedro Juan Caballero PY do lado brasileiro a nova denominação seria de Punta Porá para Ponta Porã. Com as migrações oriundas do Rio Grande do Sul influenciadas pela exploração da erva mate da instalada Cia Mate Laranjeiras de Thomaz Laranjeiras, alavanca a economia local sendo esta a principal fonte de renda da região que iniciava uma nova história, percursora para o crescimento e desenvolvimento da fronteira.

Foto divulgada no livro de Ramão Ney Magalhães, Um século de histórias. Thómaz Laranjeiras (Cia. Mate Laranjeiras) o mesmo foi percussor da exploração de erva mate.

A conquista da emancipação de Ponta Porã em 1912 no período historiográfico do antigo Estado de Mato Grosso, a criação do Território Federal de Ponta Porã no período de 1943 – 1946. Implantação do aeroclube “Deem Assas ao Brasil” na cidade de Ponta Porã e a construção do ramal ferroviário de Ponta Porã na década de 1950 proporcionou mais investimentos para fronteira podendo ser citado a maior, ou se não foi, a mais importante das cooperativas de ervateiros do Brasil a antiga MATEX, pioneira na produção de mate solúvel por décadas no cenário regional e nacional.  

Rememorar fatos históricos se faz necessário, eventos que marcaram o povoamento da região fronteiriça no inicio do século do final do século XIX (19) e inicio do século XX (20), desta forma proporcionamos a novas e futuras gerações o conhecimento sobre suas raízes sócias, históricas e culturais, pois um povo sem memória e um povo sem identidade e história. 

Pesquisa: Prof. Me. Yhulds Bueno. Mestre em Desenvolvimento Regional e de Sistemas Produtivos; Pós Graduado em Metodologia do Ensino de Historia e Geografia; Pós graduado  Docência em Biblioteconomia; Pós Graduado em Ensino da História.

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