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OPERAÇÃO PROLEPSE

PMA autua infrator em R$ 246,6 mil por incêndio em 821 hectares de vegetação nativa no Pantanal

22 julho 2021 - 12h15Por PM-MS

Policiais Militares Ambientais de Corumbá realizavam trabalhos preventivos e informativos na operação Prolepse de prevenção aos incêndios, nas propriedades rurais do município de Corumbá e, enquanto visitavam fazendas no dia (15), encontraram em uma propriedade rural, localizada à rodovia MS 325, conhecida como estrada Carandazal, a aproximadamente 150 km da cidade, um incêndio de grande proporção. No dia, os Policiais conseguiram informações, de que o fogo teria tido início no dia anterior (14).

Incêndio no dia da fiscalização.

Depois que o incêndio cessou, foi realizada vistoria detalhada no local, buscando identificar a origem do fogo e a equipe policial constatou que o incêndio havia atingido seis fazendas. Nas análises, os Policias chegaram até uma fazenda de onde teria sido a origem. O Capataz da propriedade, então, relatou à equipe, que durante a limpeza da vegetação teria acontecido um incidente e que posteriormente o responsável pelo imóvel entraria em contato com a PMA.

Ontem (21), o proprietário da fazenda entrou em contato com a PMA, quando a equipe já havia concluído o relatório e declarou que durante a limpeza das pastagens, acidentalmente o operador de máquinas teria derrubado uma árvore sobre o fio de sustentação do poste de energia, ocasionando a queda do poste. Segundo o homem, no mesmo momento teria sido acionada a empresa concessionária de energia, a qual não enviou manutenção ao local. O produtor relatou ainda, que um dia após o ocorrido houve uma explosão e o fogo teria começado e se alastrado para fazendas vizinhas.

Os Policiais mediram durante a vistoria com uso de GPS a área queimada de vegetação nativa pantaneira incendiada, que perfez 821,57 hectares. O proprietário (51), foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 246.600,00. Todos os responsáveis poderão responder crime ambiental. Se ficar constatado que o incêndio foi doloso, a pena é de dois a quatro anos de reclusão. Caso seja culposo, como relatou o autuado, a pena é de seis meses a um ano de detenção.

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