“O aumento foi prometido em 2013 para ser cumprido em 2015. É difícil cumprir, se não, teria sido cumprido em 2014”, afirmou o governador. O reajuste proposto pela categoria foi de 25,42% o que geraria um impacto de R$ 27 milhões na folha de pagamento.
Segundo o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Roberto Botarelli, o governo está cauteloso com o reajuste de 13,01% necessários para obedecer a lei nacional 4464/13, que prevê a integralização com o piso nacional de 20h, causando um impacto de R$ 16 milhões mensais.
O aumento válido para janeiro deste ano impacta diretamente a folha de pagamento de fevereiro. A classe vai se reunir novamente na quarta-feira (21), às 7h30, na sede da SED (Secretaria do Estado de Educação) para decidir se o reajuste será integral ou escalonado. Uma lei estadual já prevê reajuste de 12,41%, integralizando o piso em 20 horas, escalonado até 2018.
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